Não sei se os moradores mais jovens de Guaíba sabem , mas,há alguns anos (século passado, minha gente), a Praia da Alegria tinha um trapiche. Isso mesmo, gurizada da "Bera". Vocês que transitam, nos movimentados finais de darde - chimarrão a postos, puro charme e azaração - no estiloso e recente pier de madeira "envelhecida", quando forem à praia da Alegria, observem uns tocos apodrecidos de madeira que ainda aparecem na água, principalmente quando o nível do rio Guaíba (como perdão dos geógrafos, que insistem em classificá-lo como lago, ou o que seja) está baixo.
Aqueles exemplares resistentes fazem parte do que um dia foi uma diversão pra muita gente, inclusive eu(embora, no meu caso, não fosse tão divertido assim). Explico-me (ai, que vontade de botar esse pronome na frente do verbo):
Navegando no Face esta semana, deparei com uma postagem do Museu da Pessoa.
Não conhece? Tá na hora, segue os links http://www.facebook.com/museudapessoa?sk=info ou http://www.museudapessoa.net/
Pois então, como eu dizia, o post tratava de um concurso cultural cujo tema era "Histórias de Infância". Logo o meu arquivo de ideias da infância acionou o alarme e a primeira imagem que me veio à cabeça foi esta:
Praia da Alegria, Guaíba/RS- 1967 Pai, eu no colo, mãe, os demais, se alguém identificar, por favor, me avisa. |
Aí já deu pra perceber, né! E a ideia de canário que eu enviei para o concurso ficou assim:
O tal de trapiche não aprece na foto, mas está bem vivo na minha memória.
Então, amigos das ideias, passa lá pra conhecer a iniciativa do museu, que tem por missão "contribuir parta tornar a história de cada pessoa valorizada pela sociedade". Garanto que vão gostar e, de quebra, ainda podem registrar sua história por lá.
Até a próxima!
Boa noite, amigos!
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